segunda-feira, 23 de junho de 2014

Elas, amigas.




Elas, amigas.

26 de maio de 2012 às 22:59
Oi, amiga.Oi, amiga.

Ser.

Fenece todo o valor do ser
Quando necessário se faz o querer.
Pois não é o querer o não ser?
O não ter?

Eis que num ápice o espírito retorna a essência do ilusório.
O cheiro emanado das plantas, as folhas, flores e a própria
Visão; tudo embalado ao vento que
Sem distinguir acalenta e mitiga
E tem-se de volta o prazer da simples companhia um do outro;
Compartilhar uma parcela mínima de espaço, que se desdobra
Ao ponto de inverter tudo e ser
O próprio infinito a parcela.
Então fenece o querer
E todo valor se resume no ser

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