Elas, amigas.
Oi, amiga.Ser.
Fenece todo o valor do ser
Quando necessário se faz o querer.
Pois não é o querer o não ser?
O não ter?
Eis que num ápice o espírito retorna a essência do ilusório.
O cheiro emanado das plantas, as folhas, flores e a própria
Visão; tudo embalado ao vento que
Sem distinguir acalenta e mitiga
E tem-se de volta o prazer da simples companhia um do outro;
Compartilhar uma parcela mínima de espaço, que se desdobra
Ao ponto de inverter tudo e ser
O próprio infinito a parcela.
Então fenece o querer
E todo valor se resume no ser
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